domingo, 28 de fevereiro de 2010

Conde de Monsaraz (1)

Conde de Monsaraz
(António de Macedo Papança)
* Reguengos de Monsaraz, 18 de Julho de 1852
+ Lisboa, 17 de Julho de 1913
Acervo Rui Calisto

Teixeira de Pascoaes (1)

Teixeira de Pascoaes
(Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos)
* Amarante, 8 de Novembro de 1877
+ Gatão, 14 de Dezembro de 1952
Acervo Rui Calisto

Joaquim de Carvalho (1)

Dr. Joaquim de Carvalho
* Figueira da Foz, 10 de Junho de 1892
+ Coimbra, 28 de Outubro de 1958
(Pai do meu saudoso amigo Dr. Joaquim Montezuma de Carvalho)
Acervo Rui Calisto.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Eugénio de Castro (1)

"Mas, voltemos aos poetas. Na hora crepuscular que a Humanidade atravessa, entre o Mundo esplêndido que morre a um Mundo incerto que nasce, a Poesia, clarão espiritual, ilusão magnífica, é ainda das poucas coisas que enobrecem a Vida." (Excerto da homenagem do Dr. Júlio Dantas ao poeta Eugénio de Castro). Acervo Rui Calisto.

Homenagem ao Dr. Júlio Dantas no seu Cinquentenário como escritor de Teatro

Academia das Ciências de Lisboa
"Soleníssima sessão em honra do Presidente da Academia, Senhor Dr. Júlio Dantas, para a entrega da medalha comemorativa dos seus cinquenta anos de escritor de Teatro, em 4 de Março de 1950. Aspecto do Salão Nobre, vendo-se no uso da palavra S. Exª o Senhor Professor Caeiro da Matta, ladeado à direita pelos Senhores Egas Moniz e Joaquim Leitão e à esquerda pelos Senhores Moses Amzalak e Pereira Forjaz. À direita da mesa, sentados, o Senhor Júlio Dantas, S.M. o Rei Carol da Roménia, S.A. Real a Princesa Elena da Roménia, a Senhora D. Maria Isabel Dantas e Sua Exª o Ministro da Educação Nacional." Acervo Rui Calisto.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Sessão Comemorativa do 1º Centenário de Ruy Barbosa (2)

Academia das Ciências de Lisboa
5 de Novembro de 1949
"S. Exª o Presidente da Academia, Senhor Dr. Júlio Dantas, tendo à sua direita os Senhores: Ministro da Venezuela, o Académico Osvaldo Orico, ocupante da Cadeira de Ruy Barbosa na Academia Brasileira de Letras, vindo especialmente de Bruxelas para tomar parte sa sessão solene com que a Academia das Ciências de Lisboa celebrou o Centenário do "Mestre das Três Tribunas", minutos antes de proferir a sua notável oração; o Senhor Embaixador do Brasil; Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Prof. Caeiro da Mata; Profs.Barbosa de Magalhães e Beleza dos Santos." Acervo Rui Calisto.

Sessão Comemorativa do 1º Centenário de Ruy Barbosa (1)

Academia das Ciências de Lisboa
5 de Novembro de 1949
"O Dr. Júlio Dantas, Presidente da Academia das Ciências, lendo o seu magistral discurso sobre Ruy Barbosa, tendo à direita, na mesa de honra, o escritor Osvaldo Orico, das três Academias da língua, e à esquerda o Prof. Gustavo Cordeiro Ramos, Presidente do Instituto para a Alta Cultura." Acervo Rui Calisto

O escritor Emile Henriot entrega ao Dr. Júlio Dantas a Mensagem da Academia Francesa

Academia das Ciências de Lisboa
20 de Março de 1947
Acervo Rui Calisto

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Entrega das insígnias das "Palmas Académicas", de ouro, aos delegados brasileiros à Conferência Inter-académica, em 27 de Setembro de 1945

Academia das Ciências de Lisboa
Sala Brasil
"Ao centro: A Embaixatriz do Brasil Sra. D. Iracema Neves da Fontoura; à direita: o Sr. Ministro da Educação Nacional, Dr. Caeiro da Mata; o Presidente da Academia, Dr. Júlio Dantas; o Encarregado de Negócios do Brasil, Dr. Ribeiro Couto; Dr. Sá Nunes; Dr. Luiz da Cunha Gonçalves; Dr. Queiroz Veloso; à esquerda: Dr. Amorim Ferreira, Sub-Secretário de Estado da Educação Nacional; Dr. Pedro Calmon; Joaquim Leitão, Secretário-Geral da Academia; Olegário Mariano; Dr. Rebelo Gonçalves; Dr. Azevedo Neves, Vice-Presidente da Academia e J. Reis Gomes, Académico." Acervo Rui Calisto.

Egas Moniz (1)

António Caetano de Abreu Freire Egas Moniz
* Avanca, 29 de Novembro de 1874
+ Lisboa, 13 de Dezembro de 1955

Ricardo Jorge (1)

Dr. Ricardo Jorge
* Porto, 9 de Maio de 1858
+ Lisboa, 29 de Julho de 1939

Aquilino Ribeiro (1)

Aquilino Gomes Ribeiro
* Tabosa do Carregal, 13 de Setembro de 1885
+ Lisboa, 27 de Maio de 1963


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Ramalho Ortigão (1)

José Duarte Ramalho Ortigão
* Porto, 24 de Outubro de 1836
+Lisboa, 27 de Setembro de 1915


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Dr. Júlio Dantas - Raridade (1)

Dr. Júlio Dantas
Imagem muito rara, datada de 1899
Original: Acervo Rui Calisto

"Homenagem a Eugénio de Castro" - Discurso do Dr. Júlio Dantas

Academia das Ciências de Lisboa
Mesa de Honra
Da esquerda para a direita: Prof. Dr. António Pereira Forjaz, Vice-Secretário-Geral da Academia; Dr. Júlio Dantas, Presidente da Academia; Dr. Pires de Lima, Ministro da Educação Nacional; Prof. Dr. Maximino Correia, Reitor da Universidade de Coimbra e Dr. Joaquim Leitão, Secretário-Geral da Academia. 10 de Fevereiro de 1951. Acervo Rui Calisto.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Palavras do historiador Dr. Alberto Iria (1)

“A actividade de Júlio Dantas, como Inspector Superior das Bibliotecas e Arquivos, e que constituiu, neste aspecto, uma autêntica revolução para o País, foi de todas a que, na verdade, maiores benefícios trouxe para a Historiografia nacional."


Dr. Alberto Iria
(Joaquim Alberto Iria Júnior)
* Olhão, 27 de Dezembro de 1909
+ Lisboa, 24 de Fevereiro de 1992
Historiador Português

A Ceia dos Cardeaes (1)

Viena D'Áustria recebe "A Ceia dos Cardeaes"
A peça de teatro mais representada e traduzida da língua portuguesa
In: Acervo Rui Calisto

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

CHABY PINHEIRO

António Augusto de Chaby Pinheiro
* Lisboa, 12 de Janeiro de 1873
+ Lisboa, 6 de Dezembro de 1933
Actor

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

JOAQUIM LEITÃO

Dr. Joaquim Leitão
XV Secretário-Geral da Academia das Ciências de Lisboa
(1931-1956)

domingo, 7 de fevereiro de 2010

JÚLIO DANTAS por Mário Salgueiro, em 1919

"Pedem-me que escreva algumas linhas sobre Júlio Dantas. Faço-o com o maior prazer, podendo afirmar – salvas as devidas distâncias na parte que me toca - como Jules Lemaitre ao falar de Loti: "Il me fait trop de plaisir et un plaisir trop aigu et qui s'enfonce trop dans ma chair pour que je sois en état de le juger. A peine ai-je su dire que je l'amais".
Nem eu nesta página poderia julga-lo bem, uma vez que a sua obra tem de ser olhada sob vários aspectos e com a demorada e cuidadosa atenção que devem merecer-nos sempre as obras dos grandes mestres.
O lugar que Júlio Dantas ocupa nas letras portuguesas conquistou-o, como nenhum outro escritor do nosso tempo, à força de talento, vencendo todas as campanhas urdidas contra ele, sem alterações de ânimo, sem pressas, trabalhando sempre e cada vez melhor, a ponto de dominar até aqueles que mais acesa e violentamente o combatiam. Poderia citar casos interessantes, se o espaço de que disponho mo permitisse. Em todos os géneros tem sabido triunfar, mas é principalmente no teatro que a sua alta personalidade literária mais se afirma, criando uma série notabilíssima de tipos capaz de resistir a todos os confrontos e ao mais detido exame.
O teatro histórico tem no eminente dramaturgo uma altíssima expressão formando com Marcelino Mesquita, D. João da Câmara e Lopes de Mendonça o grupo admirável que conseguiu manter no coração do povo o nobre orgulho da sua raça, numa época em que a política desnacionalizadora e bárbara de um regime e uma orientação literária francamente negativista iam cavando cada vez mais fundo o abismo onde se despenharia a nacionalidade.
A sua obra é, de resto, quase inteiramente de exaltação patriótica e, o que ainda ninguém acentuou bem, de exaltação do povo, tanto nas suas peças como nesses três lindíssimos episódios em que consubstancia a revolução republicana de 14 de Maio, e ainda nesses maravilhosos capítulos, que são outras tantas águas-fortes, dedicados ao soldado português da Grande Guerra. Em todos os seus livros se encontram páginas fulgurantes de epopeia popular, como nessa extraordinária Pátria Portuguesa, onde perpassa entre clarões de glória tudo quanto o povo português criou de grande e de belo na sua inigualável, embora curta existência de oito séculos.
Desejaria trazer para aqui todas as suas figuras de humildes, arrancando-as uma por uma das páginas em que palpitam e com as quais se devia ter feito já um grande livro destinado às crianças das escolas, para que elas, filhas do povo, melhor compreendessem, ao lê-las, a épica grandeza dos feitos dos seus avós e a inesgotável energia, a indomável tenacidade da legião estranha e heróica a que pertencem.
Mas tenho um limitado espaço para escrever e a índole desta publicação não se presta a isso. Felizmente, os livros de Júlio Dantas andam hoje nas mãos de toda a gente e as suas peças representam-se em todos os teatros, passando a fronteira e percorrendo triunfalmente as grandes capitais da Europa e da América.
A homenagem que este Almanach presta ao insigne dramaturgo é, pois, justíssima. Júlio Dantas é hoje Alguém em Portugal, merecedor de todas as homenagens, não só pelo seu talento, que é enorme, como pelas suas virtudes, que não são menores.
Estas linhas escreve-as sinceramente quem tem a consciência nítida de quanto ele vale, por ter aprendido a admirá-lo através das suas obras e da sua lealíssima e nobre camaradagem." (Mário Salgueiro). In: Acervo Rui Calisto.