sábado, 27 de março de 2010

Vitorino Nemésio (1)

Vitorino Nemésio Mendes Pinheiro da Silva

* Praia da Vitória, Açores, 19 de Dezembro de 1901

+ Lisboa, 20 de Fevereiro de 1978

Cândido de Figueiredo (1)

António Cândido de Figueiredo

* Lobão da Beira, 19 de Setembro de 1846

+ Lisboa, 26 de Setembro de 1925

domingo, 21 de março de 2010

Gonçalves Viana (1)

Aniceto dos Reis Gonçalves Viana
* Lisboa, 1840 + Lisboa, 1914
Filólogo, linguista e lexicógrafo português.
É também considerado um dos maiores foneticistas portugueses.
Fez a primeira descrição de conjunto do sistema fonético do português em 1883.
Foi um dos membros da Comissão de Reforma Ortográfica de 1911.

quinta-feira, 11 de março de 2010

"Dr. Júlio Dantas"

Dr. Júlio Dantas
A fotografia mais divulgada no meio editorial
Acervo Rui Calisto

quarta-feira, 10 de março de 2010

"Marcha Triunfal"

“Não passou certamente despercebido a nenhum dos presentes o aparecimento da 2ª edição da primorosa obra “Marcha Triunfal”, do nosso Presidente de Hora, Dr. Júlio Dantas, cuja lembrança nesta Casa é permanente, com a admiração devida a quem deu à Academia o grande esforço de uma forte personalidade e deu à cultura portuguesa algumas das obras-primas da sua literatura.” (Amorim Ferreira. Novembro de 1961). Acervo Rui Calisto.

"TRIBUNA"

“Permita-me que assinale igualmente outro acontecimento, aliás de natureza diferente: Quero referir-me ao serviço prestado à cultura nacional pela casa editora Bertrand com a publicação da colectânea de discursos do Senhor Doutor Júlio Dantas, reunidos sob o título “Tribuna”. Já me fora dado o prazer de os escutar na sua maior parte. Tive agora ensejo de os ler atentamente e de admirar e apreciar o génio literário do eminente académico, glória das letras pátrias e da latinidade. Que magnificência de imagens, que colorido de expressão, que agudeza de juízo, que imparcialidade na apreciação dos homens e dos factos, aliás julgados no seu condicionalismo histórico e com a benévola compreensão do homem superior! Mais uma obra a acrescentar a tantas e tantas produções com que nos deslumbra o fulgor do seu espírito.” (Gustavo Cordeiro Ramos. Dezembro de 1960) – Acervo Rui Calisto.

terça-feira, 9 de março de 2010

"Júlio Dantas", por João Gonçalves

“Publiquei no meu blogue, em 26 de Maio (2009), um post sobre Júlio Dantas, no 47º aniversário da sua morte. Porque era um académico ilustre, porque foi um dos mais profundos conhecedores da língua portuguesa, porque publicou dezenas de livros que na forma e no conteúdo são textos notáveis (poesia, ensaio, ficção, teatro), porque os seus discursos constituem das mais belas peças de oratória depois do Padre António Vieira (sim, é verdade, embora muitos desconheçam ou ignorem propositadamente esta verdade), porque a maior parte das suas peças foi representada com um êxito que faz inveja à maioria das actuais produções teatrais, porque desempenhou brilhantemente funções de ministro e de embaixador, porque foi um inovador nos temas das suas peças, algumas das quais foram extraordinariamente arrojadas para a época (tal como o "Mar Alto", de António Ferro, que foi proibido pelo Governo Civil de Lisboa em plena I República), e porque escreveu "A Ceia dos Cardeais", que está traduzida em dezenas de línguas, por tudo isto e possivelmente mais, Júlio Dantas tornou-se um mal-amado da literatura portuguesa. Esquecido pela direita (a que não pertencia), ignorado pelo centro (que vive a sua própria ignorância), atacado pela esquerda (de quem no fundo estaria porventura mais próximo) que julgou ler nele um camareiro real (ou papal), não sabendo medir as distâncias no tempo (a sua obra tem um século), Júlio Dantas foi empurrado para o limbo do esquecimento, de que apenas sai pela evocação do famoso manifesto de Almada, utilizado a torto e a direito sem que se saiba bem porquê (…) os ecos que me chegam neste blogue esclarecem-me o suficiente para poder denunciar a ignorância, a estupidez, o oportunismo ou mesmo a má-fé de todos quantos se encarniçam a apoucar o Dantas, sem dele terem lido, porventura, uma única linha! Afinal, ser-me-ia também fácil, se estivesse possesso de estultícia, escrever agora aqui: MORRAM TODOS OS DETRACTORES DO DANTAS. PIM!” (João Gonçalves. In: “Do Médio Oriente e Afins”)

Inauguração do Busto do Dr. Júlio Dantas na Academia das Ciências de Lisboa, em 11 de Maio de 1960

Augusto de Castro pronunciando o seu discurso
Raridade
Acervo Rui Calisto

domingo, 7 de março de 2010

Dr. Augusto de Castro (1)

Augusto de Castro Sampaio Corte Real
* Cedofeita, 11 de janeiro de 1887
+ Estoril, 24 de Julho de 1971

Dr. Reynaldo dos Santos (1)

Reynaldo dos Santos
* Vila Franca de Xira, 3 de Dezembro de 1880
+ Lisboa, 6 de Maio de 1970

quinta-feira, 4 de março de 2010

Dr. Augusto Pires Celestino da Costa (1)

Augusto Pires Celestino da Costa
* Lisboa, 16 de Abril de 1884
+ Lisboa, 1956

terça-feira, 2 de março de 2010

Bulhão Pato (1)

Raimundo António de Bulhão Pato
* Bilbau, 3 de Março de 1828
+ Monte da Caparica, 24 de Agosto de 1912
Raridade
Acervo Rui Calisto

segunda-feira, 1 de março de 2010

JOAQUIM LEITÃO (2)

Dr. Joaquim Leitão
Raridade
Acervo Rui Calisto

Eduardo Brazão em "A Ceia dos Cardeaes"

Eduardo Brazão
O grande actor a representar:
"A Ceia dos Cardeaes"
Raridade
Acervo Rui Calisto

Eduardo Brazão em "O que morreu de amor"

Eduardo Brazão
O grande actor a representar:
"O que morreu de Amor"
Raridade
Acervo Rui Calisto

"Júlio Dantas", por Eduardo Brazão

"Depois de saudar Lopes de Mendonça, não quero deixar de prestar a minha homenagem a Júlio Dantas que, embora mais novo do que aquele, é também uma das individualidades mais notáveis da nossa dramaturgia. Dantas é o autor de algumas dezenas de livros que o público procura e lê, sempre com interesse e agrado, e é o presidente da Academia das Ciências de Lisboa. De toda a sua obra teatral quero destacar o "Paço de Veiros", "A Ceia dos Cardeaes" e "O que morreu de amor", peças que de per si só bastavam, para que o autor ocupasse um lugar de relevo entre os dramaturgos do seu tempo." Acervo Rui Calisto.

Júlio Dantas - Raridade - 1925

Dr. Júlio Dantas
Raridade
Acervo Rui Calisto